Dez países árabes apelaram ao Conselho de Segurança da ONU para que Israel e o grupo radical palestino Hamas cessem fogo imediatamente no conflito em curso no Médio Oriente.
Os países árabes, fizeram uma declaração conjunta adotada pelos ministros dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Egito, Jordânia, Qatar, Kuwait, Marrocos, Emirados Árabes Unidos, Omã, Qatar e Arábia Saudita condenando a violência e o terrorismo contra civis, bem como a destruição de infraestruturas.
Os principais diplomatas apontaram para que o direito de autodefesa garantido pela Carta das Nações Unidas não justifica violações do direito internacional, e que a falha em caracterizar o que acontece como uma violação flagrante do direito humanitário equivale a dar luz verde a esta prática para continuar.
Eles também expressam preocupação com a possibilidade de o conflito se espalhar para outras regiões do Médio Oriente e apelam à contenção máxima de todas as partes envolvidas.
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As tensões aumentaram quando o Hamas realizou uma incursão surpresa em território israelita em resposta a ações agressivas das autoridades israelenses em Jerusalém.
Israel respondeu com um bloqueio total da Faixa de Gaza e ataques aéreos contra o enclave e partes do Líbano e da Síria, enquanto os confrontos também ocorrem na Cisjordânia.
A declaração conjunta dos países árabes destaca a necessidade de um cessar-fogo imediato e duradouro e condena as violações do direito humanitário internacional.

